Eu quero, eu estava livre disso
Vejo-a nos meus sonhos
Queria que ela não estivesse lá
Mas ela ainda me assombra e eu
Ainda sinto a sua respiração em mim
Ainda quero provar a sua pele
Mas sei que me mataria
Não a condeno, eu ainda me afogo nas mentiras dela, o errado sou eu,
Ainda cambaleando desde do último carinho dela, do adeus dela, ou quase
Oh como isto me torna doente
Este desgraçado namoro idiota
Eu não posso apagar isso de mim, ou não consigo
E agora isso penetra
E à cada pensamento eu sinto
A raiva se retorcer na minha alma
Não à condeno, ainda sinto meu estômago revirar
Me afogando denovo mantenho minha cabeça erguida, sou forte
Talvez não, mas devo tentar
Não à condeno, ainda me afogo,
Não vacilando, eu errei, nós erramos......
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Pensamento
20:10
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